BEM VINDO! Aviso á tripulação! Aqui inicia-se mais um blog neste oceano tão vasto que é a Blogoesfera.Aqui irão ser trazidos e comentados varios assuntos que acho que sejam de salientar. Sintam-se á vontade para participar ,falem bem ou falem mal mas falem Então apertem os cintos.Vai-se iniciar a viagem. .

24/10/2009

Second Life



Video Sobre reportagem do jovem que se matou em directo numa webcam.

Cada vez mais a sociedade parece um grande Big Brother,tudo ligado em redes sociais, devido a isso Sou da Opinião que a internet devia ter muito + controle do que ha.Os jovens hoje em dia vivem deprimidos porque se isolam em vez de socializar e porque lhes é dado tudo de mão beijada acabando assim por não sentirem o sabor da conquista.Os adultos tambem se servem da internet muitos deles para preencherem o espaço ou tempo vazio que tem e acabam por se isolar do mundo ainda mais.A internet pode ajudar ,juntamente com um mau acompanhamento dos pais,a formar mal os jovens fornecendo informação errada e desenvolvendo disturbios que ja possam haver.Se primeiro foi a epoca dos encontros e aventuras virtuais depois surgiu a epoca dos enganos e crimes ,parece que estamos a chegar a um nivel onde se incentiva e se mata em directo para toda a comunidade virtual assistir.De facto o computador foi criado para servir o Homem mas pode acabar por ser o Homem a servir a maquina.


Adolescente suicida-se em directo no site Justin.tv
Um jovem de 19 anos suicidou-se na quarta-feira durante uma emissão online de vídeo em directo transmitida no site Justin.tv.


De acordo com o "NewTeeVee", que avançou a notícia, Abraham Biggs, de 19 anos, terá tomado uma overdose de comprimidos à frente da câmara, após ter sido alegadamente instigado por comentadores do Justin.tv e utilizadores do fórum bodybuilding.com, do qual era frequentador.

O adolescente já teria publicado online ameaças de suicídio no passado, razão pela qual muitos utilizadores que assistiram à transmissão não acreditaram que esta se tratava de uma tentativa de suicídio real e começaram a encorajá-lo.

Houve no entanto quem o levasse a sério e alertasse as autoridades. As imagens continuaram a ser transmitidas através da Internet até a polícia e as equipas de emergência médica terem arrombado a porta do quarto de Biggs e tapado a câmara.

Apesar de se recusar a comentar o vídeo em particular, o CEO do Justin.tv, Michael Seibel, afirmou ao "NewTeeVee" que a política do site «proíbe conteúdos inapropriados no Justin.tv».

«Nós contamos com a nossa comunidade para sinalizar os vídeos que eles considerem que são condenáveis. Assim que um vídeo é sinalizado, é revisto e rapidamente removido do sistema se violar os nossos Termos de Uso», explicou o responsável.


Página do Orkut instiga ao suicídio colectivo e à automutilação
Um adolescente de 14 anos ter-se-á automutilado parcialmente, estimulado por uma página do site da rede social Orkut que também incentiva ao suicídio colectivo.


O jovem que supostamente terá sido encorajado a ferir-se propositadamente por uma página do Orkut, tem 14 anos e reside em Macinhata, Vale de Cambra, noticia o Público.

Segundo o diário, o adolescente confidenciou a uma amiga que estava deprimido e que equacionava suicidar-se, juntamente com outro jovem. A amiga contou à mãe, que se encarregou de informar um elemento da PSP de Aveiro seu conhecido.

A PSP de Aveiro entrou em cena e emitiu ontem um comunicado sobre o caso, onde é referido que «um grupo de menores, na casa dos 14 anos, foi supostamente incentivado pelo conteúdo de um site da Internet que estimula a automutilação (o que terá acontecido pelo menos com um dos menores do grupo), cujos objectivos passariam ainda por um suicídio colectivo».

As autoridades não revelaram qual o site que contém os incentivos à automutilação e suicídio colectivo, mas admitem que «tudo possa ter começado num site social», que, de acordo com o Público, é o Orkut.

A situação está a ser seguida pela Comissão de Protecção de Crianças e Jovens em Risco de Vale de Cambra e será investigada pelo Ministério Público.


Internet pode estimular o suicídio
Nos últimos dois anos, centenas de pessoas em todo o mundo, depois de visitarem fóruns e chats online, cometeram suicídio, de forma isolada ou colectiva.


De acordo com um artigo publicado no British Medical Journal, Sundararajan Rajagopal, médico psiquiatra no St. Thomas Hospital, em Londres, «a tendência para o suicídio individual ou colectivo tem crescido à mesma velocidade que a popularidade da internet».
Nos últimos dois anos, centenas de pessoas em todo o mundo cometeram suicídios isolados ou em grupo, depois de visitarem fóruns e chats online.
O primeiro grande caso de suicídio incitado pela internet aconteceu em 2002, no Texas, Estados Unidos. Patrick Marks, de 17 anos, sob o pseudónimo de Unresistence, escreveu um texto dramático em vários newsgroup - «Dentro de 40 minutos vou pôr fim à minha vida. Adeus». Nesta mensagem, Patrick incluiu ainda a receita de um cocktail de medicamentos misturados com álcool que estava prestes a tomar. Na altura, os seus familiares afirmaram que o jovem se tinha deixado influenciar pelas propostas subversivas do fórum alt.suicide.holiday, que induz ao acto do suicídio, tendo mesmo um guia prático que ensina as várias formas de o cometer.

No entanto, a situação mais drástica ocorre no Japão, onde os suicídios combinados pela internet aumentam radicalmente a cada fim-de-semana. De acordo com os últimos dados divulgados, nos últimos dois meses 32 pessoas puseram fim à vida depois de consultarem sites sobre este tema.
Sundararajan Rajagopal, citado pela BBC, fala de «uma perturbante tendência de pactos suicidas entre estranhos que se conhecem na internet».

Em finais do mês de Novembro, quatro japoneses mataram-se inalando gases tóxicos dentro um apartamento. Dias antes, nove pessoas foram encontradas mortas num caso similar em Saitama, perto de Tóquio. Segundo a polícia, todas as vítimas tinham cerca de 20 anos e travaram conhecimento na internet.
«Em países como o Japão, em que o índice de suicídios é normalmente alto, a internet apresenta-se como um factor agravante», afirmou Rajagopal que alertou ainda para o facto de «o recente aparecimento de sites japoneses dedicados ao suicídio – explicando os métodos mais eficazes e as doses de medicamentos fatais – representam um perigo adicional para os cibernautas mais vulneráveis».
As autoridades nipónicas estão já a estudar a possibilidade de regulamentar, ou até mesmo fechar, os sites que encorajam o suicídio. No entanto, os responsáveis por estas páginas afirmam estar a prestar um serviço misericordioso aos que perderam toda a esperança no futuro.

Os casos para já investigados pelas autoridades nipónicas dão conta de um ritual macabro. Pequenos grupos de pessoas fecham-se em apartamentos e automóveis, vedam as janelas e queimam carvão em pequenos fogões. Sabe-se que morrem por intoxicação de monóxido de carbono mas deixam tudo o resto por explicar.
Segundo dados estatísticos, um número cada vez maior de jovens no Japão sente-se alienado da vida moderna. Para além daqueles que cometem suicídio, milhares tornam-se hikikomori - jovens, sobretudo do sexo masculino, com idades compreendidas entre os 15 e os 26 anos, que optam por cortar todas as relações sociais com o seu meio, em especial com a família, passando meses a fio fechados nos seus quartos. Dormem durante todo o dia e, ao anoitecer, despertam para se dedicarem à televisão, consola de vídeo e computador/internet.

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