BEM VINDO! Aviso á tripulação! Aqui inicia-se mais um blog neste oceano tão vasto que é a Blogoesfera.Aqui irão ser trazidos e comentados varios assuntos que acho que sejam de salientar. Sintam-se á vontade para participar ,falem bem ou falem mal mas falem Então apertem os cintos.Vai-se iniciar a viagem. .

07/09/2009

Noite Branca(Porto)-Três arguidos alvo de outro julgamento


Mais uma vez os peixes miudos vão dentro enquanto os grandes tubarões continuam e ninguem sabe quem eles são.
Se alguem pensa que com a prisão destes elementos a mafia da noite do Porto desaparece desengane-se, estes são so alguns peões do xadres, aqueles que se queimam para salvaguardar os do topo da piramide os chamados carne para canhão .O Polvo tem muitos tentaculos e assim como a al quaeda tem varias celulas e embora se corte um tentaculo ao Polvo ou se encontre e elimine uma celula as outras continuam em activo e desenvolvem outras novas.
Quando este caso começou a ser investigado lembro-me do computador onde estava armazenado todo o processo , as escutas e os interrogatorios ter desaparecido da casa da magistrada que estava a frente do processo num roubo cirurgico e de uma frase em entrevista de um elemento da policia judiciaria onde ele dizia, que quanto mais fundo ia na investigação deste caso mais se ia apercebendo que se estava a investigar a ele proprio,para bom entendedor meia palavra basta.




Respondem pela morte de Ílidio Correia a partir de amanhã e voltam a tribunal na próxima segunda-feira acusados do crime de segurança ilegal.

Três dos arguidos que respondem pelo homicídio de Ilídio Correia, voltam na segunda-feira (dia 14) a tribunal. Desta vez o julgamento será realizado no S. João Novo, estando Bruno Pidá, Mauro Santos e Fernando Martins acusados pelo crime de segurança ilegal.

Segundo os autos, mesmo a partir da prisão, Pidá praticou actos de segurança privada ao liderar a cobrança de dinheiro de serviços no bowling do Arrábida Shopping, através de Paulo Sousa ('Tico'). A acusação refere que, entre 13 de Agosto e 21 de Setembro de 2008, Pidá comandava todas as operações através de telemóvel do interior do estabelecimento prisional. O advogado de defesa do arguido diz que Bruno nunca exerceu de forma ilegal a segurança privada e que sempre esteve devidamente encartado pelo Ministério da Administração Interna, exercendo a actividade, como muitos outros, num centro comercial.

No mesmo processo, Fernando Beckham, Mauro Santos, Paulo Aleixo e Paulo Camacho respondem por tráfico de estupefacientes, apreendidos em grandes quantidades nas suas casas, na Rua dos Mercadores e no Bairro do Aleixo, a 16 de Dezembro de 2007. O madeirense Paulo Camacho foi detido um ano depois, no âmbito de uma perícia feita a embrulhos com droga onde estavam as suas impressões digitais. No passado dia 11 de Agosto, Mauro Santos foi condenado no Tribunal de São João Novo por um crime de tráfico de droga em cinco anos e três meses de prisão.

O primeiro homicídio, que terá desencadeado a onda de violência na noite do Porto, ligada a rivalidades entre seguranças nocturnos pelo controlo do território, já foi julgado. Hugo Rocha foi condenado a 12 anos de prisão pela morte do segurança Nuno Gaiato, em Julho de 2007, na discoteca El Sonero. Por deduzir estão as acusações relativas às mortes do dono da discoteca Chic, Aurélio Palha, assassinado em Agosto de 2007, e do segurança Alberto Ferreira, abatido a tiro à porta de casa, em Gaia, em Dezembro de 2007.

Entradas e saídas do Palácio da Justiça serão vistoriadas ao pormenor. Todo o perímetro do edifício estará patrulhado e os funcionários só podem usar um acesso ao tribunal. Os arguidos, que chegarão em carrinhas celulares, entrarão pelas traseiras do edifício ou pelo parque de estacionamento. A PSP não revela os números da operação, nunca antes vista ali, por questões de segurança.


Quase dois anos depois de desencadeada a operação 'Noite Branca' , o gangue da Ribeira chega finalmente ao banco dos réus. Bruno 'Pidá', Mauro Santos, Ângelo Ferreira, Fernando Martins e Fábio Barbosa são cinco dos 11 acusados, mas os únicos que respondem pelo homicídio do segurança Ilídio Correia, abatido a tiro em Miragaia, na madrugada de 29 de Novembro de 2007.

A sessão está marcada para amanhã, às 10.00, no Palácio da Justiça do Porto, mas corre o risco de ser perturbada pela coincidência com a greve decretada pelo Sindicato Nacional do Corpo da Guarda que reuniu com o Ministério da Administração Interna (MAI) tendo as negociações sido inconclusivas.

Na passada quinta-feira PSP e serviços prisionais acertaram os últimos pormenores relativos às questões de segurança. Todo o perímetro do tribunal será policiado, num dispositivo nunca antes visto numa sessão de julgamento.

A PSP recusa avançar pormenores sobre os meios a utilizar, por razões de segurança, mas o DN sabe que tanto a área envolvente ao tribunal como as entradas e saídas do edifício serão vistoriadas ao pormenor.

Os funcionário já foram informados que devem utilizar um único acesso ao interior do edifício. Os arguidos em prisão preventiva chegarão em carrinhas celulares mas entrarão pelas traseiras e pelo estacionamento, evitando-se assim as manifestações públicas verificadas aquando do primeiro interrogatório judicial ocorrido nos dias seguintes às detenções no Tribunal de Instrução Criminal (TIC).

Apesar de aberta ao público haverá restrições no acesso ao julgamento pela falta de espaço. A sala que vai receber o julgamento, pertencente à primeira vara do Tribunal de S. João Novo, não é mais que a antiga sala de reuniões e congressos do palácio, que, no início deste ano, foi adaptada para receber um processo do Tribunal da Maia no âmbito do qual uma rede de 19 pessoas respondia por crimes de corrupção, furto e receptação de objectos roubados.

A sala tem 96 lugares sentados, mas há que contar que uma parte deles ficará destinada aos arguidos. No topo ficará a procuradora do Ministério Público, Luísa Simões, e o colectivo de juízes presidido pela juíza Manuela Paupério.

No banco dos réus vai estar o designado gangue da Ribeira, sendo cinco os acusados da morte de Ilídio Correia, num total de 11 arguidos que respondem por cerca de cem crimes, tendo a acusação resultado da segunda fase de investigação da equipa especial liderada por Helena Fazenda, magistrada do Departamento Central de Investigação e Acção penal (DCIAP).

Os crimes de segurança ilegal foram extraídos do processo e serão julgados à parte, com início marcado para dia 14 (ver texto secundário).

O processo centra-se no homicídio de Ilídio Correia, segurança de origem caboverdiana, de 33 anos, e a terceira vítima ligada ao mundo da noite a ser abatida em 2007. Primeiro foi Nuno Gaiato, depois o empresário Aurélio Palha e, antes da morte de Alberrto Ferreira ('Berto Maluco') foi Ilídio, morto na sequência da rivalidade entre os grupos da Ribeira e de Miragaia, liderado pela vítima e seu irmão Natalino. Segundo a acusação, os conflitos entre os dois grupos terão começado em Agosto de 2007 com agressões físicas à porta da discoteca La Movida, na zona industrial.

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