BEM VINDO! Aviso á tripulação! Aqui inicia-se mais um blog neste oceano tão vasto que é a Blogoesfera.Aqui irão ser trazidos e comentados varios assuntos que acho que sejam de salientar. Sintam-se á vontade para participar ,falem bem ou falem mal mas falem Então apertem os cintos.Vai-se iniciar a viagem. .

29/08/2009

Violência na noite-Porto



CM revela vídeo de espancamento.

Em relação a este video esta bem produzido faz lembrar filmes do chuck Norris em versão azeiteiro.
De salientar a forma heroica como o gajo se dirige a porta para enfrentar sozinho o grupo como que a fazer lembrar o Major Valentim Loureiro e a sua celebre frase , Quantos são?? Se calhar devia pensar que os seguranças e o vigilante o protegiam,Claro que depois caiem-lhe todos em cima, teve sorte de não levar tambem dos seguranças.O vigilante esse vai observando palatinamente como se tivesse a ver um combate do tarzan taborda e dos 7 anões(o que tem o chapeu de lado a 50 cent deve ser o anão azeiteiro).
Os seguranças ao verem que se calhar 7 so não chegavam para lhe darem um encherto de porrada abrem as portas de entrada(que pelo aspecto deve ser uma discoteca toda chique,parece a garagem do meu avô) para poderem entrar mais e poderem depois fugir + facilmente.
Mas aos 2.23 do video surge a Otoridade , presenciam os factos calmamente para não provocarem tumultos , ate porque o grupo ja tinha partido tudo, e tentam falar calmamente com os azeiteiros revoltosos e por sorte não levam tambem uma coça.
Aos 3 minutos surge então o vigilante que aproveitou a confusão para ir beber um cafezito.O heroi podia ter morrido ali com um pontapé mal assente que os seguranças e o vigilante nem intervinham.
Acho que as discotecas hoje em dia são lugares muito seguros.

O Correio da Manha por sua vez diz que os Agressores são conhecidos
Violência cresce na noite
A nova lei de regulamentação dos estabelecimentos de diversão nocturna, que entre outras regras exige que cada discoteca contrate pelo menos um vigilante de uma empresa privada, está a causar uma onda de insegurança no País. Os desacatos e cenas de pancadaria em discotecas sucedem-se, perante o olhar incrédulo dos vigilantes que, imóveis, nada fazem para resolver a situação. Exemplo disso é o vídeo a que o CM teve acesso e no qual se vê um jovem ser espancado por elementos de um grupo rival, no passado dia 20 de Julho, na discoteca La Movida, no Porto. O vigilante do estabelecimento assiste aos desacatos e em momento algum intervém. Muito pelo contrário. Quando aumenta a violência acaba mesmo por fugir do local, regressando apenas quando os ânimos já se acalmaram.


"Os seguranças das discotecas acabavam por evitar muitos confrontos. Agora, o que temos é muito pior. Estes novos vigilantes não têm qualquer controlo sobre os marginais e há grupos que causam o pânico gratuitamente. Outros consomem, provocam distúrbios e depois saem calmamente sem pagar. Ninguém faz nada", disse o dono de uma discoteca ao CM.

Os desacatos – gravados em vídeo e a que o CM teve acesso e que já está na posse da PSP – têm início já de madrugada quando alguns jovens começam a trocar provocações entre si. O controlo da situação, desde o início, é assumido pelos seguranças da discoteca que acabam por exigir que o grupo se vá embora. Mas a violência apenas aumenta. Momentos depois o grupo entra no estabelecimento à força e espanca brutalmente um outro jovem. Entre os agressores é possível identificar Tiago ‘Pitbull’, que no início do mês foi baleado com três tiros nas pernas durante um tiroteio. O vigilante continua presente em todos os momentos, mas é como se lá não estivesse.

A lei, em vigor desde Agosto do ano passado, prevê que todos os bares e discotecas com mais de cem lugares possuam um vigilante, bem como um sistema de detecção de metais.

Desde o início que se gerou uma enorme discussão em torno da nova regulamentação. Os vigilantes destacados pelas empresas para garantir a segurança das discotecas não possuem qualquer tipo de formação para reagir perante situações de perigo.

Para além disso a contratação de um vigilante e de todo o tipo de material de segurança subjacente representam custos acrescidos, que nem todos os estabelecimentos têm capacidade de suportar. Em média, as discotecas pagam às empresas de vigilantes entre 1700 e 2500 euros por mês. "Não é possível pagar às empresas e termos os nossos próprios seguranças. E se estes tentassem agir, também nos arriscávamos a perder o alvará. A única hipótese é tentar evitar os prejuízos e esperar que o bom senso impere. Para que possamos ter novamente seguranças próprios", concluiu a mesma fonte.

JOGADOR SEM AUXÍLIO À PORTA DE DISCOTECA

Adriano, o ex-jogador do FC Porto que agora representa o Sporting de Braga, foi surpreendido há cerca de 15 dias por três homens, quando saía de uma discoteca com a companheira. Eram 06h25, quando os Bombeiros de Vila do Conde receberam o alerta para uma agressão. Adriano daria entrada, às 07h01, no Centro Hospitalar da Póvoa de Varzim com traumatismo craniano e escoriações na face e no braço esquerdo. Ninguém na referida discoteca tentou auxiliar o atleta. O jogador foi transferido para o Santo António.

"NÃO POSSUEM FORMAÇÃO"

António Fonseca, presidente da Associação de Bares e Discotecas do Porto, tem a convicção de que a contratação de vigilantes aumentou de forma radical a insegurança entre a população. "Os vigilantes não possuem qualquer tipo de formação e na maior parte das vezes não tem sequer o perfil adequado para trabalhar naquele local. É necessário que haja uma preparação prévia para trabalhar na noite", disse ao CM António Fonseca.

PORMENORES

32 BARES FECHADOS

Desde que a lei entrou em vigor, 32 bares e discotecas foram fechados por incumprimento das regras de segurança. Os empresários queixam--se da falta de verbas para cumprirem a lei. Durante esse período, a PSP realizou 871 acções de fiscalização.

LISTA NEGRA

Em 2008 a Associação de Bares e Discotecas do Porto pediu ao Ministério da Administração Interna que criasse uma "lista negra" com os nomes das pessoas que causassem desacatos dentro dos estabelecimentos. O MAI considerou esta proposta ilegal.

LOCAIS INSEGUROS

Segundo um estudo, nove em cada dez portugueses consideram que a insegurança aumentou desde o ano passado. Bares e discotecas são apontados como os locais principais onde esse aumento se verificou.

JOVENS FAZEM FESTAS ATÉ DE MANHÃ

As raves, que atraem autocarros com jovens de todo o País, acabam só de manhã. Os distúrbios são frequentes e há vários casos com registos de feridos graves. Em Março, o CM noticiou uma festa na discoteca Sala 114, na zona industrial da cidade do Porto, que contou com centenas de jovens. Aí, não se registaram incidentes, mas a poucos quilómetros, no Maré Alta, também no Porto, um rapaz foi violentamente agredido. Já passava das 10h00 e a discoteca ainda estava aberta.

'NOITE BRANCA' FORÇOU IMPLEMENTAÇÃO DA LEI

A nova lei de regulamentação implementada o ano passado estava a ser discutida desde 2004, mas sucessivos entraves impediram durante muito tempo que estas novas regras entrassem em vigor.

Em 2007, com o caso ‘Noite Branca’ instalou-se uma onda de insegurança em todo o País. Durante várias semanas o Ministério da Administração Interna foi fortemente pressionado pelas associações de discotecas e bares do País para tomar medidas.

No entanto, a proposta das associações passava pela colocação de agentes policiais à porta das discotecas e não de vigilantes.

Entre os mais graves homicídios da noite do Porto está o do segurança Ilídio Correia, processo pelo qual Bruno ‘Pidá’, líder do gang da Ribeira, se irá sentar no banco dos réus já no dia 7 de Setembro.

O julgamento exige fortes medidas de segurança, facto pelo qual será realizado no Palácio da Justiça. ‘Pidá’ é ainda suspeito de matar Aurélio Palha, dono da discoteca Chic, no Porto.

NOTAS

INFORMAÇÃO: EQUIPA ESPECIAL

Uma equipa liderada pela magistrada Helena Fazenda continua a fazer um levantamento do mundo da noite. A equipa foi criada após quatro homicídios

NEGÓCIOS: TRÁFICO DE DROGA

Na acusação do processo ‘Noite Branca,’ que agora chega a julgamento no Porto, o Ministério Público diz que os negócios de tráfico de droga são paralelos aos de segurança

SEGURANÇAS: VALE DE SOUSA

No Vale de Sousa um grupo de seguranças, conhecido como ninjas, causou o terror. Obrigavam as discotecas a contratarem os seus serviços. Foram condenados a penas de cadeia.

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