BEM VINDO! Aviso á tripulação! Aqui inicia-se mais um blog neste oceano tão vasto que é a Blogoesfera.Aqui irão ser trazidos e comentados varios assuntos que acho que sejam de salientar. Sintam-se á vontade para participar ,falem bem ou falem mal mas falem Então apertem os cintos.Vai-se iniciar a viagem. .

09/09/2009

Livro de Gonçalo Amaral retirado das bancas



Este País são umas atras das outras, andaram a fazer revoluções com cravos para abolir a censura e vai-se a ver e depois é mais do mesmo.
Este caso sempre foi um grande embuste, ora choravam e diziam que estavam muito preocupados com o desaparecimento da criança , ora se recusavam a responder 20 perguntas chave no interrogatorio que lhes fizeram na Pj.É obvio que quando se quer ajudar uma investigação se coopera com os investigadores por exemplo respondendo as questões que eles colocam ,ate porque quem não deve não teme e ainda para mais são os Pais da criança.

O Tribunal Cível de Lisboa mandou retirar o livro de Gonçalo Amaral 'Maddie: A Verdade da Mentira', no qual o ex-coordenador da Polícia Judiciária defende a tese do envolvimento dos pais de Madeleine McCann no desaparecimento e homicídio da menina.

Gonçalo Amaral que dirigiu durante os primeiros meses a investigação ao desaparecimento de Maddie está ainda proibido de falar publicamente sobre o conteúdo do livro e do vídeo.

O corpo da menina, na altura dos factos com três anos, nunca foi encontrado. Sem pistas sobre o eventual desaparecimento ou homicídio da menina, o Ministério Público acabou por arquivar o processo em Julho de 2008, depois de o casal McCann ter sido constituído arguido em Setembro de 2007.

LIVRO OFENSIVO 'SÓ AO FIM DE UM ANO'

O advogado de Gonçalo Amaral disse à SIC que não comenta a decisão nessa condição, mas explicou que, enquanto cidadão, acha estranho que a providência cautelar surja agora, quando o livro está publicado há um ano.

“É estranho que só ao fim de um ano é que o casal McCann considere o livro ofensivo”, disse António Cabrita.

O advogado de Gonçalo Amaral defende que a decisão pode ter alguma coisa a ver com as notícias que dão conta das negociações para a tradução do livro para inglês e a sua consequente venda no Reino Unido.

“Não foi o faro nem as narinas do Gonçalo Amaral que detectaram o odor a cadáver”, referiu ainda.

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