BEM VINDO! Aviso á tripulação! Aqui inicia-se mais um blog neste oceano tão vasto que é a Blogoesfera.Aqui irão ser trazidos e comentados varios assuntos que acho que sejam de salientar. Sintam-se á vontade para participar ,falem bem ou falem mal mas falem Então apertem os cintos.Vai-se iniciar a viagem. .

17/09/2009

Welcome to Texas

crime



Ou é impressão minha ou Portugal esta cada vez mais parecido com o Texas é so caubois, ja nem respeitam a autoridade.Tambem com o exemplo que tem dos nossos governantes é normal que pensem que aqui nesta terrinha é o salve-se quem puder.
Pelas ultimas noticias ve-se que cada vez mais os bairros sociais são barris de polvora prestes a explodir.Não tomem medidas urgentes e depois digam que temos estado de sitio.E isto não é ser alarmante é ser realista.Realisticamente falando.

Seixal: Rivalidade entre bairro do Jamaica e Quinta da Princesa
Guerra de gangs com terror e tiros
"Quando eles entraram aqui já era para o matar. Levou dois tiros mas ainda saiu pelo próprio pé. Pior foi um cliente meu, que nada tinha a ver com a guerra [de gangs, entre os bairros do Jamaica e da Quinta da Princesa] e também levou um tiro na zona lombar." A descrição é de Gabriel da Luz, proprietário do restaurante Mariposa, na Amora, Seixal, que anteontem à noite viu o seu espaço, com 12 clientes aterrorizados, ser invadido por quatro homens com facas e duas pistolas.


Dois jovens foram ali baleados, sendo que um deles era um simples cliente que nada tem a ver com as rivalidades de gangs. A guerra está mais acesa do que nunca – e teve o último episódio pelas 22h40 de anteontem, quando C.V., de 23 anos, surdo-mudo oriundo da Quinta da Princesa, passeava sozinho junto ao largo das piscinas da Amora. Passou por ele um Ford Fiesta de cor escura, com quatro elementos de um gang do Bairro do Jamaica – e estacionaram logo o carro para o perseguirem a pé.

A abordagem foi feita em frente às piscinas, num banco de jardim. A vítima, um jovem já referenciado pelas autoridades policiais como desordeiro, entrou em discussão com os perseguidores – e, logo ali, levou um tiro de raspão no pescoço. Não lhe restou alternativa a não ser fugir para dentro do restaurante. O espaço, cheio de clientes, foi invadido pelos quatro homens, armados com duas pistolas e duas facas.

"O rapaz ainda tentou fechar a porta de vidro mas eles partiram--na logo com dois pontapés. Quando dei por mim tinha os clientes escondidos atrás do balcão, debaixo das mesas, na casa de banho. Foi o pânico geral", recorda ao CM o proprietário do espaço. Já lá dentro, foram disparados dois tiros.

Um atingiu outra vez C.V., desta vez nas costas – levou ainda uma facada na mão –; o outro atingiu a zona lombar de um cliente, V.R., de 24 anos. Este último encontra-se ainda hospitalizado em Almada, em estado considerado grave, enquanto C.V. já recebeu ontem alta.

DUAS ZONAS DE TRÁFICO DE DROGA E CRIME VIOLENTO

Apenas dois quilómetros separam os bairros do Jamaica e da Quinta da Princesa. A rivalidade existe desde que estas duas zonas problemáticas nasceram na Margem Sul do Tejo, em 1975, albergando, na sua maioria, pessoas oriundas das antigas colónias. O tráfico de droga e os roubos violentos sempre estiveram associados a estes dois bairros da zona do Seixal.

Os episódios de violência entre moradores, fruto desta rivalidade, são frequentes. Recentemente, um jovem foi esfaqueado nas costas por dois outros oriundos do bairro do Jamaica. Dias antes, a situação era contrária. Um jovem do Jamaica deslocou-se com uma rapariga ao bairro rival e foi baleado num pé.

É frequente a polícia fazer buscas e fiscalizações nos dois bairros, mas só o faz com grande número de efectivos e fortemente armados.

VÍTIMA ESTEVE NOS CONFRONTOS COM A POLÍCIA

No dia 24 de Julho, um dos jovens anteontem baleado foi um dos intervenientes nos desacatos que se registaram na Quinta da Princesa. C.V., surdo-mudo, foi um dos jovens que deu a cara perante a Comunicação Social. Amigos de C.V. relataram que o surdo-mudo tinha sido agredido de forma brutal por elementos da polícia, o que tinha revoltado a população do bairro.

No dia seguinte, jovens incendiaram dois carros de modo a atrair ao bairro a polícia. Uma patrulha foi recebida aos tiros e com cocktails molotov. O Corpo de Intervenção da PSP cercou o bairro. Um homem foi detido e doze identificados.

PORMENORES

AGRESSOR IDENTIFICADO

A PSP marcou presença em força no local, com seis carros--patrulha. De imediato foram feitas rondas ao local, de forma a detectar os agressores. Sem sucesso. No entanto, o autor dos disparos, do Bairro do Jamaica, segundo uma fonte da PSP já está identificado.

FACA DEIXADA NO LOCAL

No meio da confusão, os agressores deixaram para trás uma faca, com cerca de dez centímetros de lâmina, a mesma que atingiu C.V. numa das mãos. A Judiciária esteve no local a recolher indícios.


Por esta noticia podemos dar conta que o bairro da Quinta da princesa continua a ter bastantes elementos activos que se dedicam ao crime o que é bom saber ja que o ministro da administração interna tinha dito ha 2 semanas para não nos alarmarmos que era so um caso esporadico.

Mas continuemos com mais casos esporadicos...


Lisboa: Tiros contra a polícia durante perseguição
Raptam e atiram contra PSP
Um homem, de 42 anos, viveu momentos de terror ao ser sequestrado ontem de madrugada por uma dupla armada junto à discoteca Mussulo, na rua Martens Ferrão, em Lisboa. Na fuga, os sequestradores dispararam contra uma patrulha da PSP que os perseguia. Acabaram detidos.


Eram 04h30 e ‘António’ (nome fictício) estava dentro do seu carro. Foi abordado pelos dois assaltantes, de 21 anos, obrigado a sair e preparava-se já para entregar todos os pertences quando a PSP, que tinha sido alertada do assalto, surpreendeu os ladrões a ameaçar a vítima. Desesperados com o flagrante, os bandidos empurraram a vítima novamente para dentro do carro.

‘António’ foi obrigado a conduzir com uma pistola e uma caçadeira apontadas à cabeça. Seguiu a grande velocidade em direcção ao Saldanha. Atrás seguiam vários carros da PSP. Outras viaturas policiais encontravam-se mais à frente posicionadas para os interceptar.

Encurralados, os dois assaltantes tentaram travar a actuação policial com dois tiros de caçadeira no carro-patrulha mais próximo, mas falharam o alvo. Nenhum dos agentes ficou ferido nem houve danos materiais. Pouco depois os assaltantes atiraram para a via pública a caçadeira de canos serrados com a qual efectuaram os disparos.

Foram capturados já na avenida Padre Cruz, junto às bombas de combustível da BP.

Mais tarde, a polícia apurou que havia uma viatura pertencente à dupla na rua Andrade Corvo, perto do local onde tinham atacado o homem. No interior estava uma pistola de calibre 6,35 mm. Para além da viatura e da arma de fogo, foram apreendidos a caçadeira de canos serrados, a carteira da vítima (com cem euros), quatro notas falsas e dois telemóveis. A PSP continua a investigar.


Putos que vem muitos filmes de caubois resolvem raptar um homem e quando estão a ser perseguidos vai de atirar na policia.Se um deles leva-se um balazio na carola como resposta depois devia vir a familia e os amigos dizer que ate eram boas pessoas e trabalhadores e que os policias eram muita maus.


Mas como isto é uma republica das bananas o circo continua...


V.N. Gaia: Está acusada do crime continuado de usurpação de funções
Falsa advogada exerceu 23 anos
"Sim, confesso. É tudo verdade". Foi com um discurso muito contido e de cabeça baixa que Maria Fernanda Pacheco admitiu ontem, no Tribunal de Vila Nova de Gaia, ter exercido a profissão de advogada durante 23 anos, sem estar inscrita na Ordem dos Advogados (OA). A mulher diz-se arrependida e já chegou a acordo para o pagamento de 7500 euros de indemnização cível à OA.


Ontem de manhã, na primeira e última sessão do julgamento em que está acusada de um crime de usurpação de funções na forma continuada, a mulher admitiu integralmente a acusação deduzida pelo Ministério Público, que reuniu dezenas de procurações entregues em diversos tribunais e em que Maria Fernanda Pacheco se auto-intitulava de advogada. A grande maioria diz respeito a serviços que prestou, desde 1983, para o Sindicato dos Trabalhadores de Transportes Rodoviários e Urbanos do Norte, com sede no Porto.

A mulher, divorciada, licenciou--se em Direito, realizou o estágio mas nunca chegou a inscrever-se na OA. "Fui dar aulas durante três anos. Quando fui inscrever-me soube que teria de fazer novo estágio", explicou a arguida que já realizou, entretanto, novo estágio e está à espera de ser admitida pela OA, que analisa o seu processo.

"Estou muito arrependida. Se pudesse, se desse para voltar atrás, não teria feito o que fiz", assegurou a arguida perante a juíza, visivelmente envergonhada.

"Se diz ter-se sentido arrependida em 2004, sabe explicar por que motivo só deixou de exercer em 2006?", questionou várias vezes a advogada assistente, sem nunca obter resposta por parte de Maria Fernanda Pacheco, que nessa altura chegou até a lacrimejar.

"O seu arrependimento não terá surgido quando percebeu, em 2004, que necessitaria de uma conta de e-mail da Ordem dos Advogados exigida para poder exercer algumas diligências e que, claro, nunca a conseguira obter?", voltou a insistir a advogada assistente. Maria Fernanda Pacheco, de olhos postos no chão, apenas conseguiu dizer que "não".

DESMASCARADA POR CAUSÍDICO DE SANTO TIRSO

Foi devido à necessidade de contactar com a advogada do Sindicato dos Trabalhadores de Transportes Rodoviários e Urbanos do Norte, durante uma negociação, que o advogado de um escritório de Santo Tirso descobriu que, afinal, Maria Fernanda Pacheco não era advogada. De imediato, fez queixa à Ordem dos Advogados.

O caso chegou ontem a julgamento e a arguida não negou nada. Garantiu apenas que está à espera de ser admitida pela Ordem, já tendo realizado o estágio exigido. O caso está a ser analisado.

PORMENORES

INDEMNIZAÇÃO

A par do julgamento, a decorrer na terceira vara criminal do Tribunal de Vila Nova de Gaia, a mulher já chegou a acordo com a Ordem dos Advogados no que toca à indemnização cível. Vai pagar 7500 euros.

SENTENÇA TERÇA-FEIRA

O julgamento iniciou-se ontem de manhã e a sessão durou pouco mais de duas horas, em que a arguida pouco falou. A sentença já está marcada para as 14h30 da próxima terça-feira, dia 22.


23 anos a fingir-se de advogada e ninguem deu conta...qualquer dia assim por este andar nem é preciso tirar curso de advocacia é so comprar um fato na zara e ir pros tribunais mandar bitates.Ou anda tudo a dormir ou então anda tudo a dormir.

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