BEM VINDO! Aviso á tripulação! Aqui inicia-se mais um blog neste oceano tão vasto que é a Blogoesfera.Aqui irão ser trazidos e comentados varios assuntos que acho que sejam de salientar. Sintam-se á vontade para participar ,falem bem ou falem mal mas falem Então apertem os cintos.Vai-se iniciar a viagem. .

05/10/2009

Agentes para todo o serviço


Quanto mais a criminalidade sobe mais o numero de efectivos em patrulha vai descendo.Os agentes ficam ocupados em serviços não-operacionais,que podia bem ser feito por civis.Como sempre as promessas do governo de colocar civis, mais precisamente quatro mil ,de forma a libertar militares para serviços operacionais foi so para Inglês ver.E enquanto os ministros vão fazendo de tudo para nos convencer que a criminalidade tem diminuido e os agentes vão vendo o crime a acontecer na tv sentados a uma secretaria os criminosos vão-se sentindo mais á vontade para praticar o crime.É facil de perceber quem ja ganhou a guerra.



Sem militares suficientes no Algarve, a GNR está a ter muitas dificuldades em chegar com rapidez às ocorrências, deixando revoltados vítimas de acidentes, roubos e outras ocorrências graves.


Os casos mais graves, ao que o CM apurou, têm acontecido em Faro onde em alguns turnos, nos últimos dias (21, 23, 24 e 28 do mês passado e dia 1 deste mês), só existia um militar escalado para patrulhar 16 freguesias da capital de distrito. Como as patrulhas têm de ser feitas, no mínimo, com dois elementos, o posto é obrigado a pedir ajuda aos postos vizinhos que ficam, por sua vez, desguarnecidos.

Outros postos da GNR, como São Brás de Alportel, Moncarapacho, Vilamoura e Castro Marim, sofrem o mesmo problema.

"Estive envolvido num acidente à entrada de Faro e esperei uma hora e meia pela patrulha porque estava numa outra ocorrência", relatou um condutor ao CM, que pede anonimato. O outro envolvido no acidente foi um turista, que ficou revoltado com a demora da força de segurança.

"É grave porque quando os militares chegam, finalmente, às ocorrências ainda são insultados", lamenta José Alho, da Associação Sócio-Profissional Independente da Guarda. Este dirigente entende que este problema só existe "porque há muitos militares envolvidos em serviços não-operacionais".

O CM pediu esclarecimentos ao Comando Geral da GNR mas não obteve qualquer resposta.

SÃO BRÁS FICOU SEM PATRULHA

A área do concelho de São Brás de Alportel ficou, na quinta-feira, no turno da tarde, sem patrulhamento da GNR. Os dois elementos destacados para o serviço foram chamados para apoiar os colegas de Faro e Moncarapacho, em Olhão. "Se acontecer algum acidente ou crime no meio da serra não há ninguém para ir ao local imediatamente porque não há militares na zona disponíveis", lamentou ao CM fonte da GNR. Também em Vilamoura, ao que o CM apurou, várias vezes as patrulhas a cavalo são feitas com um só elemento, o que é contra as regras de segurança dos militares.

Em Castro Marim, segundo várias queixas, há igualmente falta de militares para patrulhar, por terem sido desviados para fazer protecção a um candidato político a uma freguesia local.

SAIBA MAIS

CIVIS NAS SECRETÁRIAS

Uma das reivindicações da ASPIG tem sido a colocação de civis em serviços administrativos. "O Governo comprometeu-se a colocar quatro mil civis e libertar militares para serviços operacionais mas isso nunca chegou a acontecer", lamenta José Alho.

3500

É o número de elementos da GNR que podiam ser libertados de serviços de secretaria, oficinas, limpezas e outras áreas.

140

O Comando de Faro da GNR, segundo o CM apurou, tem falta de 140 militares em toda a região.

DESMOTIVAÇÃO

O dirigente da ASPIG lembra ainda que todos estes problemas de falta de pessoal provocam "uma grande desmotivação" nos militares ao serviço.

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