BEM VINDO! Aviso á tripulação! Aqui inicia-se mais um blog neste oceano tão vasto que é a Blogoesfera.Aqui irão ser trazidos e comentados varios assuntos que acho que sejam de salientar. Sintam-se á vontade para participar ,falem bem ou falem mal mas falem Então apertem os cintos.Vai-se iniciar a viagem. .

21/12/2009

Mãe vende filhas a capitão

Mais uma noticia onde se ve que Portugal esta cada vez mais desumanizado.Sempre andámos armados ao fino e desta vez o País perdeu mesmo o tino como diria a Ivone Silva.Se é por questões economicas, por questões da abertura da fronteira tecnologica que o Socrates gosta tanto ,pela inversão de valores ,dos morais para os carnais,ou pela ineficacia da lei ,não sei a razão,se calhar é por estas todas e mais algumas.Uma mãe vender as filhas sempre as houve ,agora serem apanhados e continuarem em liberdade é que cada vez é mais normal mesmo em casos de comprovada falta de humanidade.



Capitão do Exército conheceu progenitora através de um chat e ‘comprou-lhe’ as filhas, de 13 e 16 anos.


Um capitão do Exército na reforma, com 61 anos, abusou durante dois anos de duas meninas, de 13 e 16, a troco de dinheiro. A mãe das crianças era conivente com os abusos, recebendo elevadas quantias de forma regular. As adolescentes eram obrigadas a prostituir-se dentro de carros, em locais ermos, podendo também ter sido abusadas por outros indivíduos, amigos do oficial apanhado pela Polícia Judiciária do Porto.

Os abusos ocorreram no centro do Porto e só agora foram denunciados às autoridades, devido à intervenção do Tribunal de Menores do Porto. A menina mais nova está institucionalizada, a mais velha já saiu de casa e vive com um rapaz da sua idade.

A história, de contornos sórdidos, começou no ano de 2006. Ana (nome fictício), mãe das menores, conheceu o militar na reserva através de um chat na internet. Trocaram mensagens, nas quais o homem manifestou interesse sexual nas suas filhas. Garantiu que lhe mandava quantias regulares se Ana permitisse que ele mantivesse encontros com as meninas.

A mãe das crianças aceitou e pelo menos durante dois anos o capitão do Exército abusou das menores. De maneira regular e sempre fora de casa das vítimas. Ia buscá--las, levava-as de carro para locais ermos e abusava sexualmente delas. Fontes contactadas pelo CM admitem que o homem terá também obrigado as miúdas a prostituir-se com alguns amigos. Em sua posse a PJ encontrou muito material de conteúdo pedófilo.

Refira-se ainda que as menores se encontram actualmente fora do ambiente familiar. Sem pai, viveram com a mãe até 2008, ano em que foram institucionalizadas. A mais velha manteve-se pouco tempo na instituição, a mais nova continua a viver numa casa de apoio do Estado.

Foi recentemente que a menina mais nova contou a outros familiares o terror vivido enquanto morava com a mãe. O caso foi denunciado à Judiciária, que avançou para a detenção do oficial do Exército, o qual reside em Espinho.

A mãe também foi constituída arguida pelos investigadores mas ficou em liberdade. Confessou os factos de que é acusada, garantindo que o fez por dificuldades financeiras graves.

MILITAR SUSPEITO É CASADO

O oficial do Exército agora detido pela PJ do Porto é casado mas não tem filhos. Na zona onde mora seria tido como um homem respeitável. A mulher de nada sabia.

MENINAS VÍTIMAS SEM PAI

As menores viviam com a mãe, desempregada e com graves problemas financeiros. A família era desestruturada, o pai estaria ausente. As menores foram retiradas.

PORMENORES

ENGANOU-O NA NET

A mãe disse que era mais nova quando conheceu o capitão na internet. Quando aquele a conheceu, ela disse-lhe que tinha duas filhas e que estaria disposta a ‘vender-lhas’ para ganhar algum dinheiro.

TRANSFERÊNCIAS

Os pagamentos feitos à mulher eram regulares e eram efectuados por transferência bancária. Os documentos que o comprovam foram apreendidos pelos investigadores da Polícia Judiciária do Porto.

PROTEGEM A MÃE

Inicialmente, as duas meninas não denunciaram a mãe, a qual, no entanto, acabou por confessar que era conivente com a situação.

MATERIAL PEDÓFILO

Na casa do suspeito foram apreendidos muitos vídeos e fotografias de actos sexuais com crianças. A investigação prossegue.

DISCURSO DIRECTO

'INTERNET É LOCAL DE ALVOS FRÁGEIS', Carlos Poiares, Psicólogo Criminal

Correio da Manhã – Como avalia o comportamento desta mãe?

Carlos Poiares – Do ponto de vista criminal, deve ser responsabilizada, porque põe em causa todos os deveres de uma mãe, a qual, em primeira instância, tem a obrigação de proteger os filhos.

– O que poderá levar uma mãe a prostituir as filhas?

– Pode sofrer de uma disfunção familiar grave ou um quadro de violência familiar que, associado a problemas financeiros, a levou a ser cúmplice destes actos.

– O violador conheceu a mãe das duas jovens na internet. Este é um campo aberto para contactos de risco?

– As redes sociais são um espaço onde os predadores sexuais e criminosos procuram alvos frágeis. Mulheres e jovens com problemas são alvos fáceis.

– Os predadores sentem-se protegidos pelo mundo virtual?

– Sentem-se mais protegidos pelo anonimato, e assim podem manter uma vida aparentemente normal, na família e no local de trabalho.

LIBERTADO MAS PROIBIDO DE SE APROXIMAR DAS JOVENS

Detido anteontem, o capitão do Exército foi ontem ouvido por um juiz no Tribunal de Instrução Criminal do Porto e libertado ao final da tarde. Indiciado por favorecer a prostituição e por abusos sexuais a menores, o suspeito negou os factos mas a indiciação manteve-se. Tem de apresentar-se semanalmente no posto policial mais próximo da sua residência e está proibido de se aproximar das menores.

O facto de os actos sexuais terem ocorrido há mais de um ano, não sendo agora possível obter prova científica, poderá ter contribuído para a aplicação de uma medida de coacção mais leve. Igualmente por uma das menores já ter 16 anos à data dos factos, o juiz terá entendido que poderia não se estar perante um abuso sexual de menores.

A mãe das meninas vai responder no mesmo processo mas para já não lhe foi aplicada qualquer medida de coacção.

PJ COM TRÊS QUEIXAS DE MENORES POR DIA

No primeiro semestre deste ano, a Polícia Judiciária investigou 982 crimes de natureza sexual. Muitas das vítimas de abusos sexuais foram crianças (565 nos primeiros seis meses do ano), o que corresponde a três menores violados por dia.

Os dados dos primeiros seis meses de 2009 revelaram um aumento de cerca de 20 por cento relativamente ao ano anterior. Em igual período havia notícia de 508 casos.

Além das situações que vitimam menores, há ainda muitos casos de violação de mulheres adultas. Em seis meses houve 195 denúncias. No ano anterior tinha havido 128 queixas por este crime sexual, o que significa um aumento de mais de 40 por cento.

Outro dado que revela um aumento é o respeitante aos delitos de abuso sexual de pessoa dependente ou pessoa incapaz de resistência ou internada. Em 2009, há registo de 62 situações; em 2008 registaram-se 54.

O aumento das denúncias foi acompanhado pelo crescimento das detenções. A PJ prendeu, nos primeiros seis meses, 78 pessoas por este tipo de crimes. Em igual período do ano anterior apenas tinha detido 48. O maior número de prisões refere-se ao crime de abuso sexual de menores (38), seguindo--se o de violação (26). Só pela Directoria de Lisboa e Vale do Tejo foram detidas 49 por crimes sexuais.

MÃE: CASTIGOU A FILHA

Uma menina de 8 anos abusada por um primo de 51 foi agredida pela progenitora quando contou as violações. A mãe não acreditava. O homem foi condenado a prisão pela Relação de Guimarães

JOVENS: USAM INTERNET

Alguns jovens foram nesta semana identificados pela PJ de Lisboa por serem utilizadores de imagens de pedofilia na internet. A ‘Operação Second Life’ identificou 13 pedófilos

MENORES: SÃO ALVOS FÁCEIS

A PJ tem vindo a alertar para a facilidade com que as crianças são enganadas na internet. Pensam muitas vezes estar a falar com jovens da sua idade e depois são abusadas
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